UM PRIMEIRO APRENDIZADO... É muito comum a quem se muda de lugar e deve se adaptar a uma cultura diferente que se esforce para aprender o estilo e o ritmo de vida das pessoas do lugar. Existe quase que uma força invisível que, ao distraído pode ocasionar uma série de frustrações e dores, quando não se leva em conta essa dinâmica que é anterior e exterior a nós enquanto indivíduo e ao mundo, enquanto cenário de nossas existências. Para quem vem ao Amazonas é preciso atentar: o ritmo de vida aqui exige cuidado e respeito. Inicia-se pelo que está fora de nossas previsões todas catalogadas e que não existem ponderações permitidas: o sol inclemente diz se podemos ou não fazer certas coisas, como também as chuvas, as águas do rio com seus fluxos e refluxos. As possibilidades para se agilizar alguma necessidade premente também nos retém: nem tudo está ao alcance de nossas mãos e nem tudo pode ser resolvido somente porque precisamos de uma assinatura numa carteira que nos gar...
Leio e ouço tudo que o Padre posta. Alguns textos mais de uma vez, já que essa veia filosófica do Padre volta e meia dá um nó nos meus neurônios (agora sei por que tinha notas sofríveis em filosofia na faculdade). Tarde demais pra lamentar. Tenho sempre vontade de comentar nas postagens, mas fico receosa de ser impertinente, pois certamente não deve interessar a ninguém, tampouco ao Padre. Tanto é verdade, que assisti a este vídeo do Gregório Duvivier, por quem, confesso, cultivo sentimento pouco cristão e, por iniciativa própria, dificilmente ouviria o que ele tem pra dizer. Em relação ao Dória, exceto pela crítica ao uso das redes sociais, parece que ele não tinha muita munição para criticá-lo. Já em relação ao Crivella o assunto é realmente preocupante, pena o Duvivier ter banalizado a triste realidade que envolve o comportamento de alguns políticos pastores de igrejas evangélicas, a ponto de comparar Jesus ao Mujica. De qualquer forma tem a virtude de dar conhecimento dessa conduta deplorável desses políticos e suas crenças
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