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UM PRIMEIRO APRENDIZADO... É muito comum a quem se muda de lugar e deve se adaptar a uma cultura diferente que se esforce para aprender o estilo e o ritmo de vida das pessoas do lugar. Existe quase que uma força invisível que, ao distraído pode ocasionar uma série de frustrações e dores, quando não se leva em conta essa dinâmica que é anterior e exterior a nós enquanto indivíduo e ao mundo, enquanto cenário de nossas existências. Para quem vem ao Amazonas é preciso atentar: o ritmo de vida aqui exige cuidado e respeito. Inicia-se pelo que está fora de nossas previsões todas catalogadas e que não existem ponderações permitidas: o sol inclemente diz se podemos ou não fazer certas coisas, como também as chuvas, as águas do rio com seus fluxos e refluxos. As possibilidades para se agilizar alguma necessidade premente também nos retém: nem tudo está ao alcance de nossas mãos e nem tudo pode ser resolvido somente porque precisamos de uma assinatura numa carteira que nos gar...
AJUDA- URGENTE
Bom dia. Minha internet tem sido generosa em deixar eu postar quase que frequentemente. Mas já faz algum tempo que não consigo abrir nenhum site ou anexo, nem mesmo os sites de notícias. Que falta me faz poder ler todos os dias... Mas c'est la vie. Gostaria de pedir uma ajudar pra quem puder me atender: pesquisar como é que funciona o financiamento coletivo de um livro. Estou com dois livros terminados e queria tentar editar. Mas por editora fica quase impossível e aqui não temos gráficas. Pensei de criar um financiamento coletivo pois lia quando podia, que isso era uma boa saída para quem não tem dinheiro para investir na edição de um livro sozinho. Mas nunca me aprofundei e por isso, nem sei como fazer. Caso alguém tenha informações, mande aqui nos comentários pois pelo menos sei que conseguirei ler. Só não pode demorar pois tenho urgência em aplicar o dinheiro num projeto aqui na comunidade. Abraços e obrigado.
Confesso que não assisti ao vídeo do Bob Fernandes. Em minha opinião ele é escancaradamente tendencioso. E isto não seria nenhum problema (todos nós temos o direito de escolher um lado), não fosse o fato de ele insistir em parecer neutro e, não importa o tema de sua fala, dá sempre um jeito de atacar qualquer um que não atenda aos interesses do Lula e do PT. Para mim essa posição é que torna intolerável os seus textos. Mas esse não é o foco, e sim o Reitor Cancellier. Nesse episódio confesso que não tenho elementos para formar convicção. Parece que houve de fato excesso no trabalho policial, o que só o tempo nos dirá. Entretanto, se de um lado é perfeitamente compreensível o tormento da humilhação. De outro, o suicídio, como atitude extrema, sempre me leva a concluir uma situação insolúvel, ainda que esse pensamento resulte de uma mente perturbada. Não era, segundo o que se lê, o caso do Reitor. Também não combina com seus antecedentes de militante do Partido Comunista, participante da novembrada, exercício de assessoria a políticos, ou seja, o Reitor era alguém acostumado a embates e confrontos. De concreto apenas o bilhete onde diz que sua morte foi decretada quando foi proibido de entrar na Universidade. Acho que jamais saberemos de fato o que o levou a essa atitude.
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